
Semana europeia marcada por uma vingança minhota. Na primeira jornada da fase de grupos da UEFA, o Sp. Braga recebeu o 'carrasco' do rival do Minho, Vitória de Guimarães, na primeira ronda da competição uefeira e fechou a noite com uma goleada inesperada. 3-0, com golos de Luis Aguiar, Renteria e Alan. Três reforços bracarenses da nova equipa de Jorge Jesus, que depois da passagem - de sucesso - pelo Belenenses continua a mostrar créditos.
Ainda na UEFA, o Benfica de Quique Flores conseguiu um empate na Alemanha, frente ao Hertha de Berlim. Como diria Trapattoni, 'quando não se pode ganhar também não se pode perder'. A equipa encarnada obteve mais uma boa prestação, chegando à vantagem no marcador no início da segunda parte, através do argentino Di Maria. Começa finalmente a justificar o estatuto alcançado na competição olímpica do´último verão, onde se sagrou campeão pela Argentina. O empate surgiu não muito tempo depois, em mais uma demonstração de má interpretação táctica desta equipa. Os princípios estão incutidos, mas faltam ainda limar agumas arestas para que esta equipa possa bater-se de igual para igual com qualquer outra.
Na Liga dos Campeões, o FC Porto contraiu um 'traumatismo ucraniano' e o leão como que ressurgiu, na Ucrânia. No Dragão, o Dinamo de Kiev foi mais forte, chegou ao golo ainda na primeira parte e teve toda a segunda para evidenciar as debilidades deste Porto. A explicação parace-me simples: saíram Bosingwa e Quaresma, entraram Rodriguez e Sapunaru. O problema é mesmo nas alas. E Jesualdo Ferreira tem parte da culpa. Em 2 épocas contratou cerca de 20 novos jogadores e nenhum deles 'pegou de estaca'.
Em Donetsk (Ucrânia), o leão voltou a rugir e Paulo Bento a descontrair. Liedson regressou e trouxe consigo os golos que faltavam a este Sporting. Mas nem só do brasileiro vive o clube leonino. O russo Izmailov provou mais uma vez a sua utilidade. Um jogador de fino recorte, muito disciplinado tacticamente e bom nas transições defensivas e ofensivas. Com ele, o losango no qual tanto insiste Paulo Bento faz sentido.
Ainda na UEFA, o Benfica de Quique Flores conseguiu um empate na Alemanha, frente ao Hertha de Berlim. Como diria Trapattoni, 'quando não se pode ganhar também não se pode perder'. A equipa encarnada obteve mais uma boa prestação, chegando à vantagem no marcador no início da segunda parte, através do argentino Di Maria. Começa finalmente a justificar o estatuto alcançado na competição olímpica do´último verão, onde se sagrou campeão pela Argentina. O empate surgiu não muito tempo depois, em mais uma demonstração de má interpretação táctica desta equipa. Os princípios estão incutidos, mas faltam ainda limar agumas arestas para que esta equipa possa bater-se de igual para igual com qualquer outra.
Na Liga dos Campeões, o FC Porto contraiu um 'traumatismo ucraniano' e o leão como que ressurgiu, na Ucrânia. No Dragão, o Dinamo de Kiev foi mais forte, chegou ao golo ainda na primeira parte e teve toda a segunda para evidenciar as debilidades deste Porto. A explicação parace-me simples: saíram Bosingwa e Quaresma, entraram Rodriguez e Sapunaru. O problema é mesmo nas alas. E Jesualdo Ferreira tem parte da culpa. Em 2 épocas contratou cerca de 20 novos jogadores e nenhum deles 'pegou de estaca'.
Em Donetsk (Ucrânia), o leão voltou a rugir e Paulo Bento a descontrair. Liedson regressou e trouxe consigo os golos que faltavam a este Sporting. Mas nem só do brasileiro vive o clube leonino. O russo Izmailov provou mais uma vez a sua utilidade. Um jogador de fino recorte, muito disciplinado tacticamente e bom nas transições defensivas e ofensivas. Com ele, o losango no qual tanto insiste Paulo Bento faz sentido.
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