
Quando em 1996, com apenas 20 anos, Ronaldo Luís Nazario de Lima chegou ao FC Barcelona, era quase um perfeito desconhecido no futebol internacional. Nesta altura, a Lei Bosman dava os primeiros passos no futebol, tendo alterado por completo o mercado de transferências desde aí, e, consequentemente, a realidade do 'desporto Rei'.
Mas a verdade é que já nessa altura Ronaldo somava três títulos nos clubes até aí representados como jogador profissional, Cruzeiro (Campeonato Mineiro e Taça do Brasil) e PSV Eindhoven (Taça da Holanda). Mais importante ainda, somava o titulo de campeão mundial pelo Brasil (EUA 1994), conquistado com apenas 17 anos, mesmo sem ter actuado. Aliada a títulos, arrastava consigo uma veia goleadora impressionante - 12 golos em 14 jogos no Cruzeiro e 42 em 45 jogos no PSV!
Na Catalunha, manteve a tendência. Apontou 34 golos na primeira e única época na cidade condal, acabando coroado como Melhor Jogador do Mundo pela FIFA (a primeira de 3 nomeações - 1996, 1997 e 2002) e apelidado como 'Fenómeno'.
Seguiu-se o Inter. Em Milão teve início o calvário de lesões no joelho de Ronaldo. Uma fase dificil, marcada ainda por uma estranha e mal explicada convulsão na véspera da final do Mundial 1998, que acabou por sorrir à França. Quando se pensava que a carreita do astro canarinho iria entrar numa lógica descendente, Ronaldo deu a volta por cima e voltou aos grandes palcos, conquistando o Mudial 2002, na Coreia do Sul, onde se assumiu como o máximo goleador da prova (8 golos em 7 jogos) e o melhor jogador.
Uma campanha fantástica, que lhe valeu o passaporte para Espanha, desta vez para actuar no Real Madrid, juntando-se assim à famosa equipa de 'galácticos' formada por Florentino Perez. Os êxitos continuaram, mas as lesões também... De 'Fenómeno' passou a 'El Gordo', mas não deixou de acumuloar golos e títulos em 5 anos na capital espanhola.
Em 2007 regressou a Itália, mais uma vez para jogar no grande rival do primeiro clube ali representado. O Milan acolheu-o mas as lesões voltaram a traí-lo. Hoje, com 32 anos, está sem clube. Na fase final de mais uma recuperação, aponta baterias para regressar à Europa (PSG e Man. City suspiram por ele) e aponta baterias para o Mundial 2010, na África do Sul. Um fenómeno de resistência!
Mas a verdade é que já nessa altura Ronaldo somava três títulos nos clubes até aí representados como jogador profissional, Cruzeiro (Campeonato Mineiro e Taça do Brasil) e PSV Eindhoven (Taça da Holanda). Mais importante ainda, somava o titulo de campeão mundial pelo Brasil (EUA 1994), conquistado com apenas 17 anos, mesmo sem ter actuado. Aliada a títulos, arrastava consigo uma veia goleadora impressionante - 12 golos em 14 jogos no Cruzeiro e 42 em 45 jogos no PSV!
Na Catalunha, manteve a tendência. Apontou 34 golos na primeira e única época na cidade condal, acabando coroado como Melhor Jogador do Mundo pela FIFA (a primeira de 3 nomeações - 1996, 1997 e 2002) e apelidado como 'Fenómeno'.
Seguiu-se o Inter. Em Milão teve início o calvário de lesões no joelho de Ronaldo. Uma fase dificil, marcada ainda por uma estranha e mal explicada convulsão na véspera da final do Mundial 1998, que acabou por sorrir à França. Quando se pensava que a carreita do astro canarinho iria entrar numa lógica descendente, Ronaldo deu a volta por cima e voltou aos grandes palcos, conquistando o Mudial 2002, na Coreia do Sul, onde se assumiu como o máximo goleador da prova (8 golos em 7 jogos) e o melhor jogador.
Uma campanha fantástica, que lhe valeu o passaporte para Espanha, desta vez para actuar no Real Madrid, juntando-se assim à famosa equipa de 'galácticos' formada por Florentino Perez. Os êxitos continuaram, mas as lesões também... De 'Fenómeno' passou a 'El Gordo', mas não deixou de acumuloar golos e títulos em 5 anos na capital espanhola.
Em 2007 regressou a Itália, mais uma vez para jogar no grande rival do primeiro clube ali representado. O Milan acolheu-o mas as lesões voltaram a traí-lo. Hoje, com 32 anos, está sem clube. Na fase final de mais uma recuperação, aponta baterias para regressar à Europa (PSG e Man. City suspiram por ele) e aponta baterias para o Mundial 2010, na África do Sul. Um fenómeno de resistência!
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