
Depois de Queirós, Peseiro, Scolari, Zaccheroni, Malesani, Lippi, Quique Flores, entre outros... eis que surge um nome com consistência para assumir o comando técnico do Benfica: Sven Goran Eriksson. Isso mesmo! O sueco que já treinou o clube encarnado por duas vezes, conquistando 3 campeonatos, 1 taça e uma supertaça, a juntar a uma final da UEFA...
Títulos que não se ficam por aqui, e que marcam a sua carreira. Destaque para a passagem pela Lázio, Itália, onde conseguiu 1 calcio, 2 taças nacionais, 1 taça das taças (competição entretanto extinta) e 1 supertaça europeia.
Confesso que o seu nome não é aquele que mais me agrada, mas não deixo de ficar indiferente dado a sua ligação de sucesso ao clube. Mas esta situação também aconteceu com Camacho e Toni...
No entanto, são muitos os pontos positivos a destacar. A propalada duração do contrato (3 épocas), a qualidade e competência inquestionável, o carinho pelo Benfica e a promessa de reforços de qualidade (se assim não o for, seguramente Eriksson não virá). Outro aspecto que me agrada é o possível regresso de Mozer, um nome a reter.
Espera-se que os muitos anos de carreira, títulos e intrigas com os media não tenham desgastado o mister Sven. Um projecto de longo prazo, com características de 'manager', adequa-se na perfeição ao técnico sueco e poderá trazer novos ventos.
1 comentário:
Caro amigo, já há tempo que andava em busca do teu blog e agora que o encontrei prometo tornar-me uma visita regular e contribuir com a minha opinião! ;)
Quanto ao tema que abordas, por esta altura já sabemos que o nome Eriksson está colocado de lado e embora saiba que é Eriksson é sinónimo de qualidade, competência, experiência e amor ao clube, preferia outro nome.
Hoje em dia, preferia um treinador jovem, com algum nome, mas também com fome de títulos e à procura da sua afirmação absoluta na europa do futebol e dentro deste perfil encaixam os dois nomes de que mais se fala neste momento: Quique e Laudrup.
O primeiro sinónimo de mais experiência, rigor táctico e calculismo, aquele jogo para o resultado. O segundo de astúcia, ambição e personalidade, como esquecer a carreira do getafe na UEFA, a forma como entrou na Luz ou em Munique, como uma equipa de grande personalidade e ambição, olhando olhos nos olhos do adversário.
Enfim qualquer um dos dois seria muito bem vindo, mas confesso que Laudrup apresentou um cartão de visita demasiado tentador.
grande Abraço
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