
Também é baixo, tem cabelos longos e olhar rebelde. Não é Diego Armando Maradona, mas é, seguramente, o jogador argentino que mais se aproxima das qualidades de el pibe. Nem Aimar nem Riquelme, apontados pelo próprio como sucessores do mítico 10, chegaram -atrevo-me a dizer - tão perto.
Falo-vos de Lionel Messi, a grande figura do FC Barcelona, com apenas 21 anos. O talento e uma doença levaram-no a cruzar o atlântico mais cedo do que era previsto. Com 13 anos, Messi foi acolhido no clube catalão para tratar a doença hormonal que impedia o seu crescimento normal. Tratamento esse que nenhuma equipa argentina queria, ou podia, suportar.
Estávamos em 2000. Depois de deslumbrar nas camadas jovens do Barça, estreou-se na equipa principal apenas 3 anos depois, com 16 anos, no amigável que serviu de inauguração do Estádio do Dragão, frente ao FC Porto. Seguiram-se anos de afirmação e conquistas. Entre outras, 2 Ligas de Espanha, 2 Taças de Espanha e 1 Liga dos Campeões. Na selecção alvi-celeste conquistou o Mundial sub-20 (2005) e os JO de Pequim (2008), ao lado do benfiquista Di Maria.
É, actualmente, o grande rival de Cristiano Ronaldo na luta pelo prémio da FIFA para o melhor do mundo. Este ano não deve levar a melhor ao português, mas será certamente consagrado num futuro próximo.
No intervalo das entregas de prémios, continua a deslumbrar. Ontem dizimou o Atlético Madrid, no Vicente Calderón, com um hat-trick. Na bancada, 'boquiaberto', estava Maradona, o seleccionador argentino.
Falo-vos de Lionel Messi, a grande figura do FC Barcelona, com apenas 21 anos. O talento e uma doença levaram-no a cruzar o atlântico mais cedo do que era previsto. Com 13 anos, Messi foi acolhido no clube catalão para tratar a doença hormonal que impedia o seu crescimento normal. Tratamento esse que nenhuma equipa argentina queria, ou podia, suportar.
Estávamos em 2000. Depois de deslumbrar nas camadas jovens do Barça, estreou-se na equipa principal apenas 3 anos depois, com 16 anos, no amigável que serviu de inauguração do Estádio do Dragão, frente ao FC Porto. Seguiram-se anos de afirmação e conquistas. Entre outras, 2 Ligas de Espanha, 2 Taças de Espanha e 1 Liga dos Campeões. Na selecção alvi-celeste conquistou o Mundial sub-20 (2005) e os JO de Pequim (2008), ao lado do benfiquista Di Maria.
É, actualmente, o grande rival de Cristiano Ronaldo na luta pelo prémio da FIFA para o melhor do mundo. Este ano não deve levar a melhor ao português, mas será certamente consagrado num futuro próximo.
No intervalo das entregas de prémios, continua a deslumbrar. Ontem dizimou o Atlético Madrid, no Vicente Calderón, com um hat-trick. Na bancada, 'boquiaberto', estava Maradona, o seleccionador argentino.
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