
Chicotada psicológica é uma expressão sobejamente utilizada no futebol. Retrata a demissão de um treinador como um impulso para um novo ciclo, que se quer vitorioso e longe dos resultados negativos que originaram o despedimento. Por vezes funcionam, por vezes nem tanto assim.
A Premier League de Inglaterra assiste actualmenete a um desfecho feliz da tomada de posição referida. Veja-se o Tottenham, um caso impressionante. Decorridas oito jornadas, a equipa londrina apresentava resultados sem precedentes no seu historial: 2 empates e 6 derrotas na Liga. Trajecto negativo que levou à saída do galardoado técnico espanhol Juande Ramos, vencedor da FA Cup em 2008, depois de conquistas relevantes no Sevilha, seu anterior clube.
Desde então, mais propriamente a 26 de Outubro, teve início um novo ciclo. Dezoito dias depois eis o saldo de seis jogos: 5 vitórias e um empate (conseguido no reduto do grande rival Arsenal, também no norte de Londres). Máximo responsável: Harry Redknapp, que, curiosamente, assumiu o comando do histórico emblema inglês após uma derrota por claros 3-0 em Braga, para a Taça UEFA, então ao serviço do Portsmouth.
Notável o efeito de um despedimento nas capacidades físicas e anímicas de toda uma estrutura de futebol, com especial enfoque nos jogadores. Trata-se de um começar de novo, de um reavivar da esperança, com as forças regeneradas e bem direccionadas, se bem me faço entender.
Redknapp é um técnico inglês conceituado, que subiu na carreira a pulso, depois de um passado discreto como jogador. Aos 61 anos conta com apenas com um título relevante, a League Cup, conquistada pelo Portsmouth na última temporada, frente ao Cardiff City. Um treinador cordial, com capacidade para devolver tardes com golos ao estádio White Hart Lane, sedento de vitórias. Chegado ao ponto mais alto da sua carreira, o tio de Frank Lampard não quererá decerto desperdiçar a oportunidade de brilhar no 'grande' Tottenham, que conta com um historial vasto a nível interno (2 campeonatos, entre outros títulos), e ainda duas vitórias na Taça UEFA.
A Premier League de Inglaterra assiste actualmenete a um desfecho feliz da tomada de posição referida. Veja-se o Tottenham, um caso impressionante. Decorridas oito jornadas, a equipa londrina apresentava resultados sem precedentes no seu historial: 2 empates e 6 derrotas na Liga. Trajecto negativo que levou à saída do galardoado técnico espanhol Juande Ramos, vencedor da FA Cup em 2008, depois de conquistas relevantes no Sevilha, seu anterior clube.
Desde então, mais propriamente a 26 de Outubro, teve início um novo ciclo. Dezoito dias depois eis o saldo de seis jogos: 5 vitórias e um empate (conseguido no reduto do grande rival Arsenal, também no norte de Londres). Máximo responsável: Harry Redknapp, que, curiosamente, assumiu o comando do histórico emblema inglês após uma derrota por claros 3-0 em Braga, para a Taça UEFA, então ao serviço do Portsmouth.
Notável o efeito de um despedimento nas capacidades físicas e anímicas de toda uma estrutura de futebol, com especial enfoque nos jogadores. Trata-se de um começar de novo, de um reavivar da esperança, com as forças regeneradas e bem direccionadas, se bem me faço entender.
Redknapp é um técnico inglês conceituado, que subiu na carreira a pulso, depois de um passado discreto como jogador. Aos 61 anos conta com apenas com um título relevante, a League Cup, conquistada pelo Portsmouth na última temporada, frente ao Cardiff City. Um treinador cordial, com capacidade para devolver tardes com golos ao estádio White Hart Lane, sedento de vitórias. Chegado ao ponto mais alto da sua carreira, o tio de Frank Lampard não quererá decerto desperdiçar a oportunidade de brilhar no 'grande' Tottenham, que conta com um historial vasto a nível interno (2 campeonatos, entre outros títulos), e ainda duas vitórias na Taça UEFA.
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