
Acabo de ver a segunda parte da série "Geração Scolari", na SIC. Devo admitir que mesmo reconhecendo qualidades a Scolari nestes últimos 5 anos e a ele a maior dose de responsabilidade pela épica mas dolorosa final do nosso Euro 2004 e pelo fantástico 4º lugar no Alemanha 2006, sempre fui um crítico do treinador brasileiro.
Técnicamente e tacticamente não me enche as medidas. Basta lembrar-me do número de jogos que a selecção empatou ou perdeu após mexidas tácticas do chamado Felipão durante a caminhada para o campeonato do mundo de Junho próximo.
Mas hoje constatei várias das características que sempre lhe atribui. Liderança, amizade, solidariedade, confiança, ambição, devoção e familiaridade. As palestras de Scolari valem por muito conhecimento táctico... e Mourinho, Juande Ramos, Ársene Wenger ou Alex Ferguson não abundam.
Na fase final do Euro 2008, Scolari vai ter a maior prova desde que lidera a selecção portuguesa. Vai ter de começar tudo de novo. Encontrar um líder, transformar um grupo de estrelas numa equipa e trazer de volta os índices de confiança e ambição hoje esquecidos ou adormecidos. Ou arrisca-se a que esta aventura pela Áustria e Suiça termine numa tragédia grega. E tragédias dessas já nos bastam... Não é assim mister Scolari?
Técnicamente e tacticamente não me enche as medidas. Basta lembrar-me do número de jogos que a selecção empatou ou perdeu após mexidas tácticas do chamado Felipão durante a caminhada para o campeonato do mundo de Junho próximo.
Mas hoje constatei várias das características que sempre lhe atribui. Liderança, amizade, solidariedade, confiança, ambição, devoção e familiaridade. As palestras de Scolari valem por muito conhecimento táctico... e Mourinho, Juande Ramos, Ársene Wenger ou Alex Ferguson não abundam.
Na fase final do Euro 2008, Scolari vai ter a maior prova desde que lidera a selecção portuguesa. Vai ter de começar tudo de novo. Encontrar um líder, transformar um grupo de estrelas numa equipa e trazer de volta os índices de confiança e ambição hoje esquecidos ou adormecidos. Ou arrisca-se a que esta aventura pela Áustria e Suiça termine numa tragédia grega. E tragédias dessas já nos bastam... Não é assim mister Scolari?
Sem comentários:
Enviar um comentário